Após expulsar as tropas portuguesas para além do rio São Francisco, Nassau começa a organizar o Brasil holandês que estava com sua economia destroçada devido a guerra.
Nassau manda leiloar os diversos engenhos cujos donos haviam fugido para a Bahia e cria as Câmaras de Escabinos para ajudar na administração das províncias.
Ele fixou residência no Recife, na ilha de Antônio Vaz, desde sua chegada e iniciou um processo de urbanização do local. O grande número de pessoas vivendo e trabalhando no Recife aumentava cada vez mais com a destruição de Olinda e a chegada de imigrantes de toda a Europa.
Além de realizações no campo das construções como pontes, palácios, jardins, observatório, mercados e saneamento, Nassau pretendia transformar o Recife num dos principais centros urbanos de toda a América com a implantação de uma universidade e um porto de comércio livre com todas as nações.
Espaço dedicado à cidade do Recife, ao período do Brasil holandês e ao príncipe Johann Moritz von Nassau-Siegen
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
quinta-feira, 29 de julho de 2010
A chegada de Nassau
Em 1636 Maurício de Nassau servia no exército de seu tio, o príncipe Frederik Hendriks, como coronel de um regimento de cavalaria na Alemanha.
Quatro anos antes Nassau havia iniciado a construção de seu palácio em Haia na Holanda e tinha dificuldade com os altos custos do empreendimento.
Surge então a oportunidade de tornar-se Governador do Brasil neerlandês por designação da Companhia das Índias Ocidentais com elevados rendimentos e um adiantamento de 10 meses de seu soldo. A WIC nunca havia contratado um administrador de tão elevada posição social.
Nassau aceita a proposta e aporta no Recife em 23 de janeiro de 1637 com uma flotilha de apenas quatro navios. Por outro lado, o Governador e Capitão Geral de Terra e Mar se fez acompanhar de uma comitiva de artistas, cientistas e engenheiros que iria mudar o Recife para sempre.
Quatro anos antes Nassau havia iniciado a construção de seu palácio em Haia na Holanda e tinha dificuldade com os altos custos do empreendimento.
Surge então a oportunidade de tornar-se Governador do Brasil neerlandês por designação da Companhia das Índias Ocidentais com elevados rendimentos e um adiantamento de 10 meses de seu soldo. A WIC nunca havia contratado um administrador de tão elevada posição social.
Nassau aceita a proposta e aporta no Recife em 23 de janeiro de 1637 com uma flotilha de apenas quatro navios. Por outro lado, o Governador e Capitão Geral de Terra e Mar se fez acompanhar de uma comitiva de artistas, cientistas e engenheiros que iria mudar o Recife para sempre.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
A Escolha do Recife
Quando os holandeses invadiram Pernambuco em fevereiro de 1630 em busca do açúcar produzido na região, a capital era Olinda, afamada como a mais bela vila da América portuguesa.
Em poucos dias as forças invasoras da Cia. das Índias Ocidentais dominaram Olinda e o Recife, que era um pequeno povoado habitado por pescadores e marujos. Resolveram fixar-se nesta última por ser de mais fácil defesa e pelo seu porto natural.
Em 25 de novembro de 1631 os holandeses incendeiam Olinda destruindo praticamente tudo e proibindo a reconstrução de qualquer prédio.
O Recife passou a ser a sede do Brasil holandês e diversas fortificações e armazéns foram sendo erigidos.
Em poucos dias as forças invasoras da Cia. das Índias Ocidentais dominaram Olinda e o Recife, que era um pequeno povoado habitado por pescadores e marujos. Resolveram fixar-se nesta última por ser de mais fácil defesa e pelo seu porto natural.
Em 25 de novembro de 1631 os holandeses incendeiam Olinda destruindo praticamente tudo e proibindo a reconstrução de qualquer prédio.
O Recife passou a ser a sede do Brasil holandês e diversas fortificações e armazéns foram sendo erigidos.
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Recife - O início
O primeiro registro histórico do Recife foi em 12 de março de 1537, quando o então donatário da capitania de Pernambuco, Duarte Coelho Pereira, doou ao Conselho da vila de Olinda as terras daquela localidade. O documento ficou indevidamente conhecido como Foral de Olinda.
O lugar, citado como Arrecife dos Navios, era um ancoradouro cujo nome vinha da formação rochosa marinha presente em toda costa pernambucana, sobretudo onde os recifes chegam a formar um porto natural. Mais tarde, surgiria a futura capital de Pernambuco.
A data de 12 de março foi adotada como aniversário de Olinda e Recife.
O lugar, citado como Arrecife dos Navios, era um ancoradouro cujo nome vinha da formação rochosa marinha presente em toda costa pernambucana, sobretudo onde os recifes chegam a formar um porto natural. Mais tarde, surgiria a futura capital de Pernambuco.
A data de 12 de março foi adotada como aniversário de Olinda e Recife.
terça-feira, 20 de julho de 2010
Nassau, O Brasileiro
Muitos acreditam ter sido Maurício de Nassau holandês.
Tal engano se deve por sua vinda ao Brasil ter ocorrido através de sua contratação pela Companhia das Índias Ocidentais, empresa holandesa que administrava o Brasil holandês. Nassau veio para o Recife com o título de Governador e Capitão Geral de Terra e Mar.
Na verdade Johann Moritz von Nassau-Siegen era alemão, nascido em 17 de junho de 1604 no castelo Dillenburg, Siegen, apesar de sua família ter íntima ligação com a Casa de Orange, da nobreza da Holanda.
Posteriormente, para diferencia-lo de seu padrinho e primo Maurício de Orange-Nassau, ele seria conhecido como Nassau, O Brasileiro.
Tal engano se deve por sua vinda ao Brasil ter ocorrido através de sua contratação pela Companhia das Índias Ocidentais, empresa holandesa que administrava o Brasil holandês. Nassau veio para o Recife com o título de Governador e Capitão Geral de Terra e Mar.
Na verdade Johann Moritz von Nassau-Siegen era alemão, nascido em 17 de junho de 1604 no castelo Dillenburg, Siegen, apesar de sua família ter íntima ligação com a Casa de Orange, da nobreza da Holanda.
Posteriormente, para diferencia-lo de seu padrinho e primo Maurício de Orange-Nassau, ele seria conhecido como Nassau, O Brasileiro.
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